Análise da Semana

EUA – Análise da Semana

Bandeira-dos-Estados-Unidos-2000px Leonardo Delduque

Como já dito aqui em outra oportunidade, o Departamento de Estado é responsável pela condução externa dos EUA em nível bilateral, regional e multilateral. No intuito de permitir um acompanhamento melhor de suas ações e dos acontecimentos internacionais relacionados ao país, o órgão possui alguns canais de comunicação e de informação online.

Eles são três: o primeiro é seu o próprio site, local onde há uma boa quantidade de informações sobre sua missão, suas funções, seu orçamento, sua estrutura, além de apresentar informações a respeito dos países com os quais os EUA mantém relação; ademais apresenta alguns releases atualizados sobre assuntos de política externa, as atividades do Secretario Rex Tillerson e diversas fotos e vídeos.

O segundo canal é o Twitter, contando com 4,28 milhões de seguidores, o pequeno diário dispara tweets atualizados quase todo dia sobre assuntos relevantes para política externa norte-americana. O terceiro é sua página no Facebook, que conta com quase 1,750 milhão de seguidores, e também é atualizado quase diariamente com posts a respeito de questões relevantes sobre a condução externa estadunidense.

Aproveitando a deixa, vale mencionar que no último dia 29/04 Donald Trump completou 100 dias no cargo de presidente, num balanço feito neste Observatório pelo Professor Luis Fernando Vitagliano pudemos ler que Trump elegeu aos árabes e os mexicanos como ameaça neste início de mandato. Esta afirmação aliada a alguns acontecimentos esta semana nos levam a algumas ponderações.

A primeira delas é: se a real possibilidade de reeleição, no dia 19/05, de Hassan Rouhani – atual presidente iraniano – pode vir a aumentar esta tensão entre Donald Trump e parte do mundo árabe, uma vez que o presidente americano já declarou publicamente ser avesso ao Acordo Nuclear, fechado sob a administração Obama-Rouhani, entre potências do Conselho de Segurança (mais a Alemanha) e o Irã; além dos imbróglios causados por seu decreto impedindo a entrada de cidadãos iranianos nos EUA, no começo do ano.

A segunda é: como fica relação entre Donald Trump e México, visto que o orçamento para seu alardeado muro foi postergado por um Congresso dominado pelos próprios Republicanos, para pelo menos setembro. Até lá veremos um Trump mais disposto a enfrentamentos? Tanto com México quanto com o Congresso, ou um Trump mais transigente visando atingir uma de sua maiores propostas de campanha?

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