Análise da Semana, Política Externa

Como foi a semana da Política Externa do Chile?

Leandro Castro

Diante de tanta instabilidade política entre as duas maiores economias continentais como Brasil e Estados Unidos, não foi capaz de criar um colapso generalizado seja econômico, político e também sustentável no continente americano em sua íntegra, mantendo assegurada a presença de outros países para a presença e a manutenção de determinados objetivos, sendo de total relevância para esses países em seu âmbito de projeções internacionais, variando de curto à longo prazo.

O chanceler chileno, Heraldo Muñoz, esteve presente em Nova York, na sede das Nações Unidas (ONU) no último dia 9 de junho, tendo como o principal objetivo foi trazer a importância de Montego Bay (1982), para solucionar imprudências e as precariedades ambientais, que costumam estarem presentes e atingem involuntariamente ¾ ou 75% em toda a esfera global, o chanceler do Chile, clama por engajamento multilateral por parte de outros Estados presentes na convenção, principalmente, todos aqueles que necessitam crucialmente do oceano Pacífico, tendo destaque, países do continente asiático e da Oceania.

A América do Sul estende sua projeção ambiental mundial coincidindo com a saída dos Estados Unidos no acordo de Paris desde 01/06/2017, retrocedendo mecanismos para evitar-se um desastre ambiental precoce, logo, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, reflete o quão importante é para a atual ordem mundial, obter múltiplas formas de procedimentos ambientais, tendo sempre em vista, a ratificação dos Estados membros da ONU. O chanceler Muñoz, afirma que “atividades como pesca ilegal não declarada e não regulamentada, poluição de plástico marinho e alta de taxa de ácido no mar, é capaz de comprometer o atual ecossistema e outras ameaças como vemos hoje”, diz o ministro.

O país também foi exitoso em adquirir novos parques com a finalidade de proteger suas áreas marinhas, como o Arquipélago Juan Ramirez Islands e United Marine Park, o que faz o Chile obter 1.000.000 KM² de seu mar vago, o que torna a nação, a principal “protetora” marinha no continente.

Para saber mais sobre a Conferência do Oceano:

Para saber sobre a rota econômica utilizada no pacífico:

Para saber sobre a relevância do tema em âmbitos internos:

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