ONU, Política Externa, Relações Exteriores

Argentina e a Relação com a ONU

João Galdino D. Rodrigues

A Argentina se encontra na lista de 51 membros fundadores da ONU, e ingressou na mesma, em sua fundação, isso é, 24 de outubro de 1945. A relação nação e organização é historicamente amistosa, apesar de ameaças, retaliações, sanções, e outras ações que a ONU prática com diversos países. A relação, nos dias atuais, é de proximidade, já que esse era um dos objetivos da ex-chanceler Susana Malcorra, que tem o sonho de ser Secretária Geral da ONU. Essa proximidade provocou, por exemplo, durante o mês de junho um comitê para a realização de uma reunião entre Argentina e Reino Unido para a questão das Malvinas.

Os Programas, Ações, Agências ou Fundos que compõem o sistema onusiano em território argentino são chamados de SNUA. Dentro do “SNUA” há um projeto que merece relevância, o MECNUD (Marco Estratégico de Cooperação das Nações Unidas para o Desenvolvimento da República Argentina) que está na sua edição correspondente ao período de 2016 a 2020, dentro desse período, foram estabelecidas prioridades como: Desenvolvimento Econômico Inclusivo e Sustentável, Proteção e acesso a serviços essenciais, Cidadania e Promoção dos Direitos Humanos, Meio Ambiente, Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável, dentre outros temas incluídos nesses grandes princípios.

Dentro da Argentina, O SNUA trabalha com 17 agências, fundos e programas, porém, 8 destas não se estabelecem em seu território, somente realiza ações, e se destaca a Organização Internacional para Migrações, com sede em Buenos Aires.

Apesar dessa amistosa relação, tem um tema que deixa ambos os lados preocupados, as Malvinas. Em 2017, o Chile apresentou uma resolução ao Comitê de Descolonização da ONU para se criar uma relação bilateral, e ter uma resposta definitiva. De fato, essa resolução animou os Argentinos, segundo o chanceler, Faurie, seria o fim dos atos unilaterais para esta questão. Sabemos, que essa questão assombra a Argentina há tempos, porém, aparentemente, e sob algumas afirmações dos representantes das Ilhas, não há uma vontade desse povo de “pertencer” a Argentina. Aguardemos os próximos passos, sendo o seguinte, na semana em que este artigo é escrito, a última de junho, no qual, o comitê se encontra.

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