2º Guerra Mundial, Coreia do Norte, Eleição, Indenização, Sistema Político

Alemanha: Eleições, anamneses da II Guerra, tensões e alianças ocidentais.

Eloisa Salles Gomes

Nas últimas semanas, a Alemanha vem se preparando para as próximas eleições gerais que acontecem no dia 24 deste mês. O cenário se divide com maior intensidade entre Martin Schulz, do SPD – Partido Social Democrata (em alemão: Sozialdemokratische Partei Deutschlands) e Angela Merkel, da CDU – União Democrata Cristã (em alemão: Christlich-Demokratische Union), sendo esta a atual chanceler e a candidata mais provável a permanecer pelo quarto mandato no parlamento alemão (Bundestag), já que a maioria dos alemães (55%) a veem como a figura mais adequada para “guiar o país em momento de crise mundial”.

No dia 11 de setembro, um comitê de assessores legais do Parlamento da Polônia declarou que o país tem o direito de receber uma indenização da Alemanha por conta dos estragos causados no período da II Guerra Mundial. A primeira-ministra polonesa Beata Szydlo se mostrou disposta a cobrar os alemães, apesar de o país ter renunciado às indenizações em 1953, sendo anexada a URSS, e em 1970 e 1989, já como Estado soberano.

Já no último sábado (16/11), Ursula von der Leyen, chefe da pasta de Defesa da Alemanha, afirmou que cerca de 100 mil militares russos e bielorrussos estariam demonstrando poder bélico com as manobras estratégicas Zapad 2017 na Bielorrússia. O porta-voz do Ministério da Defesa bielorrusso (Vladimir Makarov) desmentiu a afirmação de Úrsula, argumentando que “esse número, 100 mil, absolutamente não corresponde à verdade” e ainda lembrou que a Rússia e a Bielorrússia repassaram dados “idênticos e precisos” ao informar sobre as manobras. Outros países, como a Polônia, também demonstraram tensão em relação às manobras e exercícios militares dos russos.

Em contrapartida, ontem (18/09), o ministro das Relações Exteriores (Sigmar Gabriel, do SPD) declarou apoio à China e à Rússia quanto à questão da Coreia do Norte. Em uma entrevista, o ministro defendeu a decisão diplomática e a conversa direta, afirmou que o ditador Kim Jong-un está seguindo uma estratégia cuidadosamente calculada e que “ninguém ousará a ameaçá-lo”, já que o país possui um grande potencial bélico e nuclear.

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