Cooperação, Crise, Fronteiras, Imigração, Proteção

França e as medidas para acelerar a expulsão de imigrantes ilegais

Larissa Zanfolin do Nascimento

Sendo um destino comum para imigrantes na Europa, seja como destino final ou como um caminho para outro país próximo, a França passou a mostrar políticas feitas para dificultar a permanência de imigrantes dentro de suas fronteiras, a Comissão Europeia em março deste ano passou a discutir um plano mais eficaz de acelerar o processo de expulsão de imigrantes ilegais que não sejam refugiados que foram citados como aqueles que requerem proteção. Essa medida também afeta estrangeiros que tiveram seu pedido de asilo negado.

Em setembro adotado como uma medida para acelerar as expulsões, o presidente Macron declarou que nomearia um embaixador para lidar com os países de origem dos imigrantes ilegais na tentativa de facilitar a retirada dessas pessoas. Um projeto de lei programado para entrar em vigor no primeiro semestre de 2018 foi encomendado pelo líder francês que além disso prometeu um aumento de vagas de alojamento para refugiados.

A manutenção do controle das fronteiras francesas seria um foco para o controle da entrada de imigrantes irregulares, principalmente a fronteira com a Itália que é a principal porta de entrada de pessoas para a Europa, inclusive aqueles que não têm a França como destino final.

A contenção de fluxo contaria com um programa de reformas que “deve se aproximar do alemão” como foi dito por Emmanuel Macron enquanto anunciava o projeto, modelo que consiste em 16 medidas contando com a cooperação entre o Governo Federal e os estados regionais além de um centro de expulsão.

Num discurso feito em setembro buscou mobilizar um transformação da União Europeia para protegê-la de ameaças externas e blindá-las contra a eurofobia que ocorre dentro da Europa. Sua intenção é restabelecer a Europa depois da crise de euro e a saída do Reino Unido da União Europeia, dentre os assuntos definidos como “grandes desafios” estavam migração, mudança climática, o comércio, ameaças geopolíticas.  

Esse discurso feito na Universidade da Sorbonne foi feito intencionalmente dois dias depois das eleições na Alemanha que é um parceiro necessário para esses projetos, Macron moldou os elementos de seus projetos para  o plano europeu para o trabalho cooperativo entre as nações quando o governo em Berlim ao iniciar poderá se definir em relação às propostas feitas em Paris

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