Brexit, Circulação, PIB, União Europeia

Brexit e os problemas para o Reino Unido e União Europeia

Evelyn Kitano

Vinte e oito países assinaram o Tratado de Maastricht dando início à União Europeia (UE) em 1992. Os principais objetivos do acordo da união entre esses países eram criar uma unidade política, econômica, cultural, social e combater diversos problemas, tais como desigualdades econômicas e promover o desenvolvimento dos países integrados.

O Reino Unido esteve desde o princípio ligado à ideia da UE, participando do Tratado em ’92. Todavia, este Estado não acatou algumas das ideias do bloco, como a substituição da sua moeda pelo euro, por exemplo. Em 2016, foi o primeiro país a optar pela saída da UE, via referendo popular e isto trouxe alguns questionamentos acerca de como ficará a relação dos países do bloco com o Reino Unido.

Fonte: Swiss Banking Lawyers

Se por um lado o Reino Unido nunca tinha se integrado totalmente com a UE, por outro, a saída deles poderia incentivar outros países a fazerem o mesmo. Por causa disso, alguns países se sentem pressionados a não dar margem para grandes acordos econômicos para depois da saída total do Reino Unido, que está prevista para 2019.

Segundo o site da BBC Brasil, até 2030, o PIB britânico pode reduzir em 6% com o Brexit. Analisando o outro lado da moeda, a UE também perderia com a saída do Reino Unido, embora o maior prejudicado continue sendo os britânicos. O Reino Unido contribui financeiramente com a UE e a saída resultaria num encolhimento do orçamento do bloco. Para os favoráveis ao Brexit, nacionais britânicos, alegam que com a saída teriam mais dinheiro para questões internas como saúde, por exemplo.

Outro grande problema com o Brexit seria as empresas europeias instaladas no Reino Unido e vice-versa. As negociações poderão ficar mais difíceis de concretizar e as transações mais complexas. O fluxo de pessoas também já não será mais dado da mesma forma como é hoje em dia, e isto é apenas outro exemplo dos temas que cercam o Brexit.

Em suma, a saída do Reino Unido trará diversas questões que a UE terá que lidar. Essas questões são difíceis de prever e precisam ser acompanhadas de perto e, somente em 2019, poderemos ver as respostas para tais perguntas.

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